segunda-feira, 7 de julho de 2025

O que trazer a encarnação

A segunda poética


MENSAGEM DE MAIS ALTO

Ao Espírito Sábio que encontrara

Nas Alturas Imensas,

Porque me perguntara

Se vinha para a Terra,

Dei a resposta, afirmativamente,

E indaguei, reverente,

Se ele algo queria que eu fizesse

Algum aviso, alguma prece,

Algum recado salvador...


Mas aquele Celeste Mensageiro

Fitou, ao longe, as paisagens terrenas

Abraçou-me, fraterno e disse apenas:


- Se vais de novo ao mundo,

Dize aos nossos irmãos

Para unirem as mãos

No serviço do bem.

Irmã Dolores, vai!

Onde encontres problemas,

Fala em Jesus e nada temas.

Onde escutes a voz que amaldiçoa,

Pronuncia com Cristo a frase que perdoa...

Dize aos nossos irmãos que o ódio tudo atrasa,


Quando nos empenhamos à melhora,

Impondo a nós, em nossa própria casa,

Em formas diferentes,

Pela reencarnação,

Inimigos ousados e doentes,

Aos quais não desculpamos noutras eras...

Recorda aos companheiros ofendidos

Que mais vale chorar, com feridas abertas

Que alardear poder ao pé dos agressores

Que passam sobre a Terra, esmagando os vencidos

Nas estradas incertas,

Se alguém clama que sofre

Não vaciles dizer

Que mais vale aguentar e padecer

Pedrada, provação, calúnia e insulto,

Qualquer espécie de suplício oculto

Que condenar alguém,

Porque a Justiça nasce Mais Além

E tudo acertará, de segundo a segundo,

Sem que ninguém precise

Aumentar no caminho as tristezas do mundo...

Onde encontres o espinho da amargura

Fala em trabalho, a força da esperança,

Que olvida o lodo e fita, além, na Altura,

A presença de Deus no Sol que não descansa

E ampara a qualquer um sem deter-se no mal...

Vai, Dolores, e dize a toda angústia humana,

Que a vida, além da morte, brilha soberana,

Sempre justa e sublime, amorosa e imortal.

Nisso, desci à Terra, entre os amigos,

A fim de repetir, repleta de alegria,

Alma irmã, prossigamos, dia a dia,

Pela fé viva e ardente caminhemos,

Procurando servir e compreender

Como simples dever,

Porque nos Paramos Supremos,

Alguém nos vê, alguém nos fala e vela,

Para que a nossa estrada

Venha a ser cada vez mais brilhante e mais bela,

E que, um dia, por fim, a nossa própria dor

Há de se converter em divina alvorada,

Entre a bênção da Paz e a grandeza do Amor.



Temos outro conto em versos,este sobre uma pessoa a encarnar e um espirito evoluído,o qual não tinha nenhuma mensagem(missão),apenas lhe aconselha

Os conselhos são o de sempre,união,fé e perdão.Ele menciona o comportamento diante de quem lhe fez mal no passado,de que é melhor ser apedrejado e humilhado a fazer mal a outros,de ajudar sem se apegar ao mal.De que deveria centrar,em momentos de escuridão,na luz da alma

O que deveria trazer ao plano físico não era uma mensagem,mas um exemplo

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