O sétimo planeta que o decimo sexto capitulo apresenta é a Terra.Um meio curto,sendo seguido por um bem grande
Começando a chegada a Terra com uma descrição de números insanos de altos de reis,geógrafos,negociantes,beberrões,vaidosos e pessoas grandes.Em seguida,observações de trabalho de acendedores de lampiões/postes
O decimo sétimo capitulo mostra o Pequeno Príncipe tentando achar alguém em planeta tão grande logo após comentário do narrador/aviador sobre pessoas não serem tantas ou ocuparem muito espaço
Aqui é que novo personagem se apresenta,não o aviador,não ainda.O personagem é a serpente,aquele que fala em enigmas
A víbora dá informações sobre o local e faz perguntas ao visitante.O Pequeno Príncipe o acha engraçado,mas a descrição de "forma de dedo" e "fraco demais pra viajar" se devolvem com "mais poderoso que o dedo de um rei" e "quem toco devolvo a terra de onde veio"
Antes de se separarem,a oferta do réptil de ajuda se quisesse voltar ao lar
A jornada continua nesse capitulo.Primeiro uma flor no deserto,esta diz que viu homens,mas faz anos e eles não tem e nem gostam de raízes.Depois sobre montanhas,estas são diferentes dos seus vulcões,que só batiam no joelho,mas não tem a vista pra se localizar que esperava
Foi na terceira parte que o choque veio.Um jardim de rosas,tais como a sua.Ele começa com pena da sua rosa,pega na mentira,que teria de convola-la depois,mas se sentiu mal ao perceber ele mesmo que ela por era única no universo
Começou a refletir o que tinha,vulcões pequeninos e uma rosa comum,chorou decepcionado no jardim ate que um novo personagem surge,a raposa.Sua presença e ensino da palavra "cativar" ajudam muito
Diz que não brincariam pelo Pequeno Príncipe ser um humano como outros 100 mil e ele uma raposa como outras 100 mil ao Pequeno Príncipe,de como sem o cativar não tinham laços,valor,não eram únicos um para o outro
Diz que homens tem tanta pressa que não perdem tempo fazendo amigos,focam no que pode ser comprado pronto.Começa as lições pra fazer amigos,que levam a paciência muito em conta,de como dias e pequenos detalhes se somam.A despedida,já amigos,tem poesia da saudade que trás o que construíram e a lição da diferença de todas as rosas que existem pra dele
O Pequeno Príncipe percebe que as rosas do jardim eram belas,mas não morreria por elas
Pegue tudo dos 2 capítulos:
Primeiro,um ponto pequeno e discreto que notei no capitulo 16.A Terra foi um ponto em que as referencias juntadas ate ali são esfregadas claramente como realidade.Começando ate pequeno,falando sobre como os acendedores de lampiões/postes trabalhavam
As mensagens de Pequeno Príncipe são sim validas a vida de todos nós,mesmo que não sejamos andarilhos das estrelas,incluindo o ponto de vista puro e sábio de uma criança
Segundo,vamos ao que ficou claro no capitulo 17.A diferença entre pessoas ser mais o laço do que suas características
Podemos começar a falar de como os personagens que já tinham aparecido antes eram apenas mais uns de tantos por ai,algo que se destaca no grande numero que a terra tinha de cada.Eles,que se identificavam e/ou eram identificados por seus títulos,aqui eram só outro exemplar
As rosas eram o ponto sem volta da sua jornada de autoconhecimento.É aqui que ele aprendeu como se sentia pela sua rosa,do que diferenciava de tudo mais aquelas rosas e outras tantas pessoas pelo universo
Ele foi além da boa aparência,esta que rende paixão,para entender melhor suas emoções,de notar o amor cultivado no coração.Diria ate que meus comentários sobre amor de novela(paixão tresloucada)entram aqui,do quão vazios são
Aqui vemos como o tempo que usamos criam laços entre amigos,família,cônjuges e demais relacionamentos são algo nutrido lentamente e que criam a visão que temos de outros.Algo que falta nessa era de pressa extrema e de contatos superficiais e falsos das redes sociais e amizades quase sempre sem seriedade