quinta-feira, 23 de julho de 2026

Analise de obra: o pequeno príncipe: parte 3

Hoje,com o quarto capitulo,temos a reflexão sobre julgar as aparências

 Já mencionei,acho que no ano passado,sobre como "seja você mesmo" é um ensino que quase todos tiram,e muito,de contesto.De que não dá pra assimilar um ser humano completo e diferente de você imediatamente

Hoje quero reforçar ao mesmo tempo que contra argumentar


Nesse capitulo,começamos com um astrônomo que só foi levado a serio ao se apresentar com roupas de gala europeias,mesmo com com o mesmo material de apresentação

Em seguida,ainda na questão de julgamento,temos os números.Nele,o livro fala sobre conhecer pessoas pela idade,quantos irmãos tem,quanto o pai ganha,etc...ao inves de seus gostos,hobbies e características físicas.Não apresenta uma casa como "bonita" ou sua aparência,pois se compreende melhor por "uma casa que vale 600"

O príncipe e a convivência com este tinham um ar tão profundos que perguntas como essas não tinham espaço pela incompatibilidade


Se for começar,sinto que deveria acrescentar neste ultimo,o dos números.Temos as fotos,de como hoje são fáceis de fazer a ponto que se banalizam,de como a descrição de um ponto artístico e o aproveitar do que a vida tem a oferecer se perde em algo que segue a discussão acima


Agora,destrinchando os detalhes,temos como julgar apressadamente e ainda não render analise cuidadosa pode nos render grandes perdas.A maioria não sabe colher dados ou ir além da reação instantânea,como que um reaciosmo emocional de cérebro esta enfraquecido

O problema,pra terem uma ideia esta em como conversas presenciais são tratadas como se fossem aqueles canais de vídeos,sem atenção e querendo ir pro próximo se não for fisgado nos primeiros segundos,e falando como se fossem comentários anonimos,sem educação,tato social e nem entender assunto antes de conclusão sem-sentido

A ideia de tomar cuidado com julgamentos,de adquirir uma persona que agrade e observar cuidadosamente pra não falhar em diplomacia,se mostra um feito altamente necessário e que ninguém parece disposto ou capaz de fazer

Claro que um jeito especifico de falar explicar é outro ponto,ate por dizer "valor da casa" pode ser mais fácil pra algumas pessoas do que uma descrição mais artística ou emocional,apenas uma adaptação que pode,talvez,ganhar profundidade depois

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Compromisso bem firmado

Já fiz muitos posts sobre o assunto,muitos durante a época de virada de ano e,frequentemente,com foco mais especifico na época do que na parte da promessa em si

Nesses posts ainda mantenho os pontos místicos e ainda exponho dicas de como seguir firme.Hoje quero trazer mais uns pontos

Começo destacando que ninguém vai mais confiar em você.Você dá a sua palavra e não é mais levado a serio.Não a toa o mundo anda recorrendo a contratos e mesmo isso não evita de ir ao tribunal.Estamos em época que fazer e bem feito o que é dito chega a surpreender,ainda mais do que o que promete muito sem resultados

O segundo esta em como vai virar costume.Maus hábitos começam pequenos,mas crescem a medida que são alimentados,tal como virtudes.Em pouco tempo se tornam algo difícil de se lidar

O terceiro esta em como se torna mal exemplo.Já esta comprovado por estudos que as pessoas tendem a seguir medias de comportamento de onde vivem,seja o macroambiente nacional ou mesmo um grupo de amigos


Recomendo o mesmo das outras ocasiões: cuidado com o que fale

Analise de obra: o pequeno príncipe: parte 2

Hoje vamos ao segundo capitulo:

Nele,o jovem aviador,o adulto racional,encontra-se com a entidade infantil do nada no nada

Ele tinha a situação critica de risco de vida por estar preso por pouso forçado em deserto.Podemos compara-la aos problemas cotidianos,aonde não pagar uma conta irá cortar a agua e não chegar no trabalho no horário vai te jogar na rua

A criança simplesmente aparece pra ele,longe em muito da civilização,entende o desenho da cobra comendo elefante e pedia por desenhos de carneiros.Ele é o chamado místico e o próprio místico,pois entende o que vai além


Agora um complemento do terceiro capitulo,a profundidade do Pequeno Príncipe:

O fato de ser uma figura misteriosa se prende profundamente com a falta de respostas,se revelando bem aos poucos por comentários soltas,mas sempre fazendo perguntas.De um planeta pequenino,viajando pelas estrelas em uma jornada,faz pedidos pra objetivos sem a logica concreta

A figura é chamativa em tudo,aparência,origem e atos,te atraia e fascina só de existir.Ele existe e funciona além do que conhecemos,mas comprovadamente dá certo,só esta além de nosso entendimento


Temos na obra a figura do homem mundano de saco cheio dos limites e a do que esta além.Todos a temos,não apenas o sobrenatural/fantástico,mas do mero contato com ensinos com mais do que podemos compreender de cara

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Sofrimento da alma e ilusão da matéria

Busque a paz que esta dentro de si,não sofrimento externo


É segunda poética


Almas sofredoras

(Antero de Quental)

Passam na Terra como as ventanias,

Ou como agigantadas nebulosas

Provindas de cavernas misteriosas,

Essas compactas legiões sombrias;


Turbas de almas escravas de agonias,

Com que andei entre queixas dolorosas,

Ao palmilhar estradas escabrosas,

Entre as noites mais lúgubres e frias!


Oh! visões de martírios que apavoram,

Miseráveis Espíritos que choram,

Sob os grilhões de rude sofrimento!


Orai por eles, bons trabalhadores

Que estais colhendo sobre a Terra as flores

De um doce e temporário esquecimento.



Dizem que pra ver gente enlouquecida pelos próprios defeitos e amarguras basta sair de casa e ter uma conversa ou se olhar no espelho

Eu já tinha visto muito espiritualista dizer que fora do corpo,mundo espiritual e entre encarnados temos tolos sem consciência do mundo interno e externo,agindo como sonâmbulos por conta da nevoa de ilusão

Parece que o budismo estava certo sobre a ilusão da matéria,de como a alma esta presa em uma roda de encarnações por conta das ilusões e a verdadeira vida estaria na libertação da ilusão(não da encarnação em si)

Lembrando,não somos santos,mestres ou guros pra guiar alguém.Foque em si e já terá anos,decadas e vidas pra se manter ocupado em esforço pesado

domingo, 19 de julho de 2026

Intuição

Eu já vi gente que não entendia na intuição,precisavam de um médium incorporado dizer algo,mesmo quando tivessem considerável nível em mediunidade intuitiva

Outros não conseguiam confiar nem na própria mediunidade de incorporação,mesmo quando o coração falava contra o que a duvida racional tirava dos traumas e inseguranças emocionais

E os que iam no achismo,no que queriam acreditar,mesmo que subconscientemente,fosse mera ignorância ou tentativa de ganhos,incluindo mera atenção e admiração

Ai temos os preguiçosos.Gente que não quer estudar,por isso,diz confiar nos espíritos,quando só quer esquivar de responsabilidades,incluindo alimentar a intuição com estudo e treinamento


De fato,o assunto da intuição é complexo e pode ser dissertado profundamente.Mesmo um resumo bem feito pode render uma aula/palestra de 3 ou 4 horas,se bem feito

Temos os que não acreditam ou temem se apoiar nela,a espiritualidade,e os que abandonam o bom-senso com amostras de esquisoterismo,o apelido da falsa-espiritualidade baseada em estranhezas.O terceiro tipo,o equilibrado e bem-fundamentado,é bem raro,ate pelo esforço constante

Estudo,treino,analise interna constante,autoconhecimento,etc...Os passos pra ter uma intuição afiada são varios,visto que se trata de mais do que uma habilidade mediúnica de nascimento.Temos,por exemplo,a questão de saber o que é você e o que é o espirito ou mesmo sua consciência como alma imortal

Reforço,é preciso mais do que conhecimento superficial na área e mais do que meramente saber sem pratica real.Por isso,mesmo anos de pratica parecem não ser o bastante pra maioria,o que fica ainda mais evidente com o esforço meia-boca que se mostra padrão

sábado, 18 de julho de 2026

Analise de obra: o pequeno príncipe: parte 1

Uma boa e memorável obra.Não é psicografada,mas é realmente daquelas que te fazem pensar


Vamos começar pela introdução,pois ate antes do livro começar ele já vale muito:

A obra foi escrita como um livro infantil,primeiro para um amigo que entendia algo grandioso por trás dessas obras,e ainda mais pela criança em cada um de nós.Uma obra que fala com toda simplicidade do que se complica sem razão


Agora o primeiro capítulo:

O começo da obra mostra a diferença de ponto de vista entre adultos e crianças.Um simples desenho de criança que adultos não conseguiam entender

Do ponto de vista "pratico" dos adultos,não valia a pena ir pra arte ou imaginação,mas ir pra áreas acadêmicas reconhecíveis.Ele analisou os adultos por tempos em busca de um que fosse mais "lucido",um trabalho em vão ate finalmente encontrar o símbolo de grandeza e simplicidade que buscava


Observem acima as 2 partes,a do amigo que rendeu a obra e o símbolo que parece contraditório,ao menos,ate se considerar as virtudes da humildade e simplicidade

A busca por uma descomplicação,de uma amizade verdadeira com significado em cima da profundidade que conversas mundanas não tinham

O personagem teve um trecho sem muita esperança,mas encontrou.Algo simbólico e grandioso que a maioria não consegue,mesmo que focada em outro tipo de busca espiritual

Sim,essa obra é tão profunda que crianças literais não percebem e adultos,em especial os sábios,se sentem tocados

sexta-feira, 17 de julho de 2026

A oportunidade: parte 2


Parcialmente por ter sentido que tinha mais o que falar,parte por ter escrito na quinta conteúdo de sexta,aqui a segunda parte


Sabe aquela frase do Homem-Aranha "com grandes poderes vem grandes responsabilidades?Tem muito espirito que ao ver o plano encarnatorio e trava diante de possibilidades.Eis 3 tipos:

1)O tolo:Quer poder,beleza,todo tipo de habilidade.Os mentores sabem que não tem capacidade de gerencia-las sem cometer erros terríveis,gerenciando seu nível de liberdade por conta da tolice

2)O com entendimento mínimo:Conheceu ou vivenciou ele próprio o que erros podem fazer.Evita a tal ponto que podemos dizer que quer evitar de ter como errar,mesmo que isso apenas seja evitar tentação sem a experiência que leva a aprender

3)O sábio: a ele o material oferece meras ferramentas.Mesmo que não as receba ao encarnar,pode criar inteligência com esforço e ate riquezas sem absurdos criminais vergonhosos.Vive sem manchar consciência e a guiar outros com naturalidade

A icônica cena que ignorância te cria problemas


O primeiro é um tolo que vemos por ai,especialmente em plano físico,gente que não sabe o que quer e nem o que precisa,apenas segue o padrão de felicidade recebido pela sociedade sem perceber o que é capaz de fazer

A comparação da segunda e terceira aparece na parábola dos talentos,do servo que não investe o que recebeu do mestre e servo que multiplica o que recebeu


Lembram do começo do post?Aquele negocio de ter arma,janela aberta pra roubar e da síndrome do pequeno poder?Eu redirecionei-as,ao fim do post anterior,pra necessidade de bons usos do que temos e recebemos

Tudo bem,não conseguimos nascer ou desenvolver muita coisa,mas recebemos capacidades físicas e mentais que não podem ser negadas,de como elas podem ser usadas pro nosso progresso e o geral