terça-feira, 18 de agosto de 2026

Analise de obra: o pequeno príncipe: parte 14

No vigésimo segundo capitulo,o Pequeno Príncipe esta em uma estação de trem na Terra falando com um funcionário

A conversa com o funcionário é interessantes pelo quão fluidas as perguntas rolam.O Pequeno Príncipe quer saber da movimentação constante de grande numero de pessoas embarcando e desembarcando e o funcionário embarca na reflexão filosófica sobre os humanos

ELes discutem que existe correria,a insatisfação de onde se esta,de que nem o maquinista sabe aonde estão indo,da maioria dormir ou fazer nada na viagem enquanto as crianças serem as mais felizes observando o mundo e sabem o que procuram


Observem o quão "material" este capitulo foi se comparado a se conversar com animais e plantas,bem como viajar pelo espaço,e do quanto não foi menos profundo.Este capitulo foi fundo em pegar algo bem cotidiano,mesmo aos dias de  hoje,apresentando,simbolicamente falando,a beleza que crianças observam na vida e o vazio dos adultos

Eu disse "simbolicamente falando" por conta que nem toda criança e adulto cronologicamente literais vivem dentro dos padrões apresentados,sendo o narrador,o aviador,a maior prova disso na obra

Temos pessoas que conseguem viver o que parece a mesma vida de todos os outros ao redor,mas estão internamente vivendo algo bem diferente.Estes,que focam pouco ou nada em aparentar,vivem uma vida muito mais profunda,feliz e sabia do que o automatismo vazio e forçado

Eu digo isso por conta do tanto de gente que tenta agir com trejeitos de santo,iluminado,de diferentão,de achar que o externo é o bastante pra evoluir,de como os meios filosóficos,religiosos e intelectuais que são uma vergonha alheia que ficou "carinhosamente conhecida" como "esquisotericos"

A vida esta ai pra ser vivida,aproveitada,decifrada sem ter de ser enganado pela fase de fascínio e lições de como experenciar a vida tiradas de contexto ou mal compreendidas

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

A direção de Deus

Foi uma boa figura simbólica,pois é o cavalo que leva e a armadura que parece proteger


É segunda poética


Estranho concerto 

(Antero de Quental)

Clamou o Orgulho ao homem: "Goza a vida!

E fere, brasonado cavaleiro,

Coroado de folhas de loureiro,

Quem vai de alma gemente e consumida.


Veio a Vaidade e disse: "A toda brida!

Dominarás, além, no mundo inteiro,

Cavalga o tempo e corre ao teu roteiro

De soberana glória indefinida!...


Mas a Verdade, sobre a humana furna,

Gritou-lhe, angustiada, em voz soturna:

"Insensato! aonde vais, sem Deus, sem norte?"


E impeliu, sem detença e sem barulho,

Cavaleiro e corcel, vaidade e orgulho,

Aos tenebrosos pântanos da Morte.



Começamos o poema com os defeitos,orgulho e vaidade.Eles tem bela descrição de cavaleiro,ate promessas de grandeza material

Diria que as realizações materiais,quando sem profundidade espiritual,meramente enganam em realidade que vive.Se diz "eu mereço" tanto quanto "ainda há tempo",pra enrolar sobre responsabilidades e ate assumir a necessidade de recomeço aonde se vai em direção a verdadeira felicidade


Agora vamos pro aviso do poema,algo interno,provavelmente,consciência.Este já vão avisando do fim que o aguarda,seja a queda vazia que o materialismo costuma dar ou a morte literal

A direção é dada,mesmo quando fingimos não ver ou saber.O resultado final de quem segue a rota que Deus oferece,mesmo que leve a desprezo aos olhos do mundo,vale mais do que ouro passageiro

domingo, 16 de agosto de 2026

Dever da felicidade

Eu vi muita descrição de felicidade,as de mensagem de whats são ruins,mas o entendimento de quem a considera "escapismo da tristeza" é ainda piores

Eu diria que a frase acima,que a trata como dever de dividir,é bem melhor.Ela é lembrete de frases como "divida a felicidade pra multiplica-la",mas em tom bem mais serio e sem espaço a protelação alguma

Por fim,digo que a felicidade é contagiante e não se pode ser invejada se você a divide,apenas loucamente ignorada por hipócritas que não buscam a própria felicidade a perder tempo e esforço ao apontar dedos

Analise de obra: o pequeno príncipe: parte 13


O sétimo planeta que o decimo sexto capitulo apresenta é a Terra.Um meio curto,sendo seguido por um bem grande


Começando a chegada a Terra com uma descrição de números insanos de altos de reis,geógrafos,negociantes,beberrões,vaidosos e pessoas grandes.Em seguida,observações de trabalho de acendedores de lampiões/postes


O decimo sétimo capitulo mostra o Pequeno Príncipe tentando achar alguém em planeta tão grande logo após comentário do narrador/aviador sobre pessoas não serem tantas ou ocuparem muito espaço

Aqui é que novo personagem se apresenta,não o aviador,não ainda.O personagem é a serpente,aquele que fala em enigmas

A víbora dá informações sobre o local e faz perguntas ao visitante.O Pequeno Príncipe o acha engraçado,mas a descrição de "forma de dedo" e "fraco demais pra viajar" se devolvem com "mais poderoso que o dedo de um rei" e "quem toco devolvo a terra de onde veio"

Antes de se separarem,a oferta do réptil de ajuda se quisesse voltar ao lar


A jornada continua nesse capitulo.Primeiro uma flor no deserto,esta diz que viu homens,mas faz anos e eles não tem e nem gostam de raízes.Depois sobre montanhas,estas são diferentes dos seus vulcões,que só batiam no joelho,mas não tem a vista pra se localizar que esperava

Foi na terceira parte que o choque veio.Um jardim de rosas,tais como a sua.Ele começa com pena da sua rosa,pega na mentira,que teria de convola-la depois,mas se sentiu mal ao perceber ele mesmo que ela por era única no universo

Começou a refletir o que tinha,vulcões pequeninos e uma rosa comum,chorou decepcionado no jardim ate que um novo personagem surge,a raposa.Sua presença e ensino da palavra "cativar" ajudam muito

Diz que não brincariam pelo Pequeno Príncipe ser um humano como outros 100 mil e ele uma raposa como outras 100 mil ao Pequeno Príncipe,de como sem o cativar não tinham laços,valor,não eram únicos um para o outro

Diz que homens tem tanta pressa que não perdem tempo fazendo amigos,focam no que pode ser comprado pronto.Começa as lições pra fazer amigos,que levam a paciência muito em conta,de como dias e pequenos detalhes se somam.A despedida,já amigos,tem poesia da saudade que trás o que construíram e a lição da diferença de todas as rosas que existem pra dele

O Pequeno Príncipe percebe que as rosas do jardim eram belas,mas não morreria por elas


Pegue tudo dos 2 capítulos:

Primeiro,um ponto pequeno e discreto que notei no capitulo 16.A Terra foi um ponto em que as referencias juntadas ate ali são esfregadas claramente como realidade.Começando ate pequeno,falando sobre como os acendedores de lampiões/postes trabalhavam

As mensagens de Pequeno Príncipe são sim validas a vida de todos nós,mesmo que não sejamos andarilhos das estrelas,incluindo o ponto de vista puro e sábio de uma criança


Segundo,vamos ao que ficou claro no capitulo 17.A diferença entre pessoas ser mais o laço do que suas características

Podemos começar a falar de como os personagens que já tinham aparecido antes eram apenas mais uns de tantos por ai,algo que se destaca no grande numero que a terra tinha de cada.Eles,que se identificavam e/ou eram identificados por seus títulos,aqui eram só outro exemplar

As rosas eram o ponto sem volta da sua jornada de autoconhecimento.É aqui que ele aprendeu como se sentia pela sua rosa,do que diferenciava de tudo mais aquelas rosas e outras tantas pessoas pelo universo

Ele foi além da boa aparência,esta que rende paixão,para entender melhor suas emoções,de notar o amor cultivado no coração.Diria ate que meus comentários sobre amor de novela(paixão tresloucada)entram aqui,do quão vazios são

Aqui vemos como o tempo que usamos criam laços entre amigos,família,cônjuges e demais relacionamentos são algo nutrido lentamente e que criam a visão que temos de outros.Algo que falta nessa era de pressa extrema e de contatos superficiais e falsos das redes sociais e amizades quase sempre sem seriedade

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Tenha paciencia

É sexta da piada


A Terra é redonda.Mas,cabem muitas bestas quadradas

("Declarações de humor",Luís Pimentel)


Sim,tem gente que não sabe falar algo que preste,parece que faz besteira só por existir e o pensamento "não quero contato",por mais inevitável que pareça,precisa ser trabalhado como lembrete a nós mesmos

O convívio humano nem sempre é divertido ou mesmo agradável,mas é parte da obrigação da encarnação.Se não pra ajudar outros a se desenvolverem,que a nós mesmos


O que odiamos nos outros costuma ter respaldo em algo interno,plenamente pessoal,e que te chama atenção através dos outros,algo que pode ser visto como um apoio disfarçado

Podemos descobrir coisas que não notamos em nós nos outros,bem como também podemos descobrir coisas incríveis pelo contraste,os quais podem ser ferramentas pra vencer diante dificuldades da vida.Aqui incluo a ironia da paciência e capacidade de lidar e fazer o que outros não o foram


Se você se diz/considera tão "perfeito",não se esqueça do esforço de ajudar outros pra que "cheguem no seu nível"

Sim,fui bem ironico.Não daria pra você estar encarnado aqui se fosse "super evoluído".Bem,se você realmente o fosse,teria de ser um avatar em missão,o que indicaria muita responsabilidade pra se afastar


Não esqueça de ter paciência com si mesmo.A sua evolução também não vira tão rápido quanto gostaria

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Analise de obra: o pequeno príncipe: parte 12

No decimo quinto capitulo tivemos o sexto personagem,o geografo


Ao ver um grande planeta e as perguntas sobre escrever sobre o mundo,o Pequeno Príncipe achou que o ancião se tratava de uma espécie de aventureiro,mas acabou se mostrando mero vaidoso intelectual que se achava importante demais pra sair de onde estava,chegando a se gabar disso

Algo aconteceu aqui que chama atenção a trama,não o fato que haviam cobranças de provas do que fosse dito,mas a palavra "efêmera"

O Pequeno Príncipe sofreu e se arrependeu ao perceber que a sua amada flor não durava pra sempre,mas não dava pra voltar.Pediu uma direção de lugar pra ir,que seria o planeta Terra


Sei que poderia apontar bem mais pro lado do Pequeno Príncipe perceber que a vida é curta,de como erros doem e de como fugir tem limites.Mas,ao menos por enquanto,quero focar na parte do geografo

Vejam esses 2 trechos:

1)A arrogância.Agora não por conta de títulos ou dinheiro,mas conhecimento que pegou de outros

2)Haver um ensino impactante.Algo que o próprio não entendia profundamente,mas estava em mãos

Aqui temos a faceta do conhecimento e da sabedoria.Conhecimento por ter muitos dados acumulados.Sabedoria por não conseguir ver o verdadeiro potencial do que tem em mãos e ate se achar importante demais pra ir ter as próprias experiências e conclusões


Temos muitas pessoas que são arrogantes com alguma fundamentação,o intelectualismo é uma delas

Quem me acompanha a mais tempo ate deve se lembrar de quando abordei a obra "Paulo e Estavão",aonde o pregador sai destruído da Grecia,entendendo a razão do Messias ter pregado entre os ignorantes no lugar dos cultos.A razão era que nenhum dos que lhe ouviram tinha espaço pra algo mais além de si mesmos

Tudo bem ir atras de conhecimento,é bom pra saúde mental e pode ser útil de  muitos modos,o problema é quando se torna uma argumentação de suposta superioridade.Aqui falta a humildade de entender as limitações,do quanto ainda falta aprender e do quanto outros podem lhe ensinar

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Faça boas escolhas

Temos pessoas que protelam,os quem temem agir,os que não observam direito a situação antes de fazer escolha sem levar nada a serio,etc...Basicamente,não tomar atitudes,demorar e tomar por impulso,esses são padrões que dão bem errado

Escolhas,mesmo as pequenas,podem pesar muito,sendo tolice considerar a vida que vivemos como culpa de outra pessoa

Sim,nem sempre escolhas são fáceis,tem vezes que tudo é confuso,e nem o caminho que trilhamos com o caminho depois.Mas,ainda somos responsaveis por nossos destinos


Sei que a tirinha é uma piada,mas não posso deixar de pensar em pedir pra você que ler este post: Faça boas escolhas,escolhas incríveis