sábado, 16 de agosto de 2025

Analise da obra "memorias de um suicida": parte 6

Quando um grupo resgatado chega


O tratamento não é como temos aqui em plano terreno.É fácil pra quem já conhece o espiritismo e seus passes,ou mesmo quem viu o filme "Nosso Lar",entender que existe um tratamento sutil na colônia,de algo semelhante a nossos passes

O "passe" era descrito como mais do que tratar o períspirito,de que tentavam acessar corpo mental pra um despertar mais eficiente da confusão e inventivo ao desenvolvimento moral.Se a aparência não estava das melhores quando chegam(vejam imagem meramente comparativa acima)a mente não estava melhor

Claro que nem tudo era fácil.Tinha gente que ate teve como ser resgatada,mas estava progredindo muito lentamente.Era um povo denso de um jeito que não conseguiam captar os mentores que os tratavam,mesmo que se esforçassem pra densificarem

Os pacientes eram tão densos que precisaram de médiuns pra choque anímico e terem a conexão dos mentores usando a sintonia do trabalho mediúnico,bem como da doutrinação de encarnados.O problema foi achar uma equipe toda que se dispusesse a encarar os preconceitos e dificuldades de se trabalhar com suicidas


Mais do que o padrão de ficarem parados recebendo passes e aulas,que muitos imaginam,os envolvidos tinham "testes práticos".Ao inves de provas escritas e simulações,ao menos no que a obra apresentou,a pratica no bem foi um remédio potente

Ao longo da obra os mentores e os próprios aprendizes,incluindo o grupo do protagonista,vão ajudar pessoas ligadas a sintonia do suicídio.Algumas estavam no umbral,sendo motivadas a encararem a consciência,outras sendo apoiadas a resistirem na carne

Claro que tem de se ter chegado a um nível minimamente básico pra isso,especialmente pra não se afetarem e se destruírem com a sintonia alheia e nem atrapalharem com o próprio desequilíbrio

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