Livro "caminho verdade e vida",de Emmanuel,psicografia de Chico Xavier.Não farei uma analise muito profunda e menos ainda longa
O livro me fez pensar em algo.Os "santos" atuais são os que parecem puros e os "pecadores" são os perseguidos e caluniados,mas na época do cristianismo primitivo era o oposto e exatamente o mesmo ao mesmo tempo
Por um lado,tinha de se provar ser cristão com o próprio sangue em um julgamento "nada amigável",enquanto hoje basta a ida ao templo e dizer que recebeu bênçãos.Por outro lado,no passado,era a elite social,que seguiam "bons costumes" e vivia de modo superficial,que apedrejavam tudo que fosse diferente,fossem judeus ou romanos,mesmo que não lhes fizessem nada
Eu vejo os tais "pecadores" de um modo meio "único",uma pessoa que faz muito mais mal a si do que a outros ou apenas a si mesmo,quando não uma pessoa apenas a margem de julgamento em uma pirâmide social
É estranho como nesse ponto eu lembro daquele filme do papa João Paulo II,de que ele aprendeu e depois ensinou de que o mal volta com outro nome,de que deveriam focar em outras coisas do que se render ao mesmo mal,o qual em breve se consumiria
Sei que um filme que retrata um punhado de guerra e males que a humanidade encarou na época parece pouco diante de maldizer alguém na igreja e humilhar nas confraternizações de família,mas não existem "mal maior" e "mal menor"
O ato de desprezo contra outro ser humano,de vigiar vida alheia e de tentar aparentar ser maior do que você realmente é,tudo isso é a base do pior da humanidade.O mal aberto cansa bem mais rápido do que com a ilusão de que se esta certo,bem como seu escalonamento com o poder em mãos
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