É segunda poética
Do meu porto.
(ALBÉRICO LOBO)
Ao caro amigo M. Quintão
Viajor vacilante e extenuado,
Depois de atravessar a sombra imensa,
Encontrei o país abençoado
Onde vive a celeste recompensa.
Adeus mágoas da noite estranha e densa,
Das angústias e sonhos do passado,
Não conservo senão o Amor e a Crença,
Ante o novo caminho ilimitado.
É doce descansar após a lida,
Banhar o coração na luz da vida,
Rememorando as dores que passaram...
E dos quadros risonhos do meu porto,
Rogo a Jesus conceda reconforto
Aos corações amados que ficaram!
Hoje trago mais conteúdo sobre morte,sendo que me pego vendo como é interessante o medo generalizado da morte ser mais tranquilo e ser bem menos estranhado a paz de espirito de quem fala do tema,antes tão polemico e quase proibido
Não foi fácil,foi um apoio enorme por parte do progresso da espiritualidade maior,tudo pra trazer o tema a luz do dia e sem o pessimismo mórbido ao qual recebia cores fortes.A razão?Por ser inevitável e o que ele nos lembra,o dever
Não termos corpos imortais não é lembrete de desespero,mas do compromisso com o tempo que temos.A vida não deve ser desperdiçada,se fossemos imortais ou apenas ignoramos a inevitabilidade da morte nos recorre o pensamento "há tempo",sempre deixando pro amanha,mesmo quando urgente
A morte ainda será um lembrete de urgência a muitos por ai,agora e no futuro.Esta nos dará o entendimento do trabalho e,com ele,um mundo melhor

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