Hoje vamos ao segundo capitulo:
Nele,o jovem aviador,o adulto racional,encontra-se com a entidade infantil do nada no nada
Ele tinha a situação critica de risco de vida por estar preso por pouso forçado em deserto.Podemos compara-la aos problemas cotidianos,aonde não pagar uma conta irá cortar a agua e não chegar no trabalho no horário vai te jogar na rua
A criança simplesmente aparece pra ele,longe em muito da civilização,entende o desenho da cobra comendo elefante e pedia por desenhos de carneiros.Ele é o chamado místico e o próprio místico,pois entende o que vai além
Agora um complemento do terceiro capitulo,a profundidade do Pequeno Príncipe:
O fato de ser uma figura misteriosa se prende profundamente com a falta de respostas,se revelando bem aos poucos por comentários soltas,mas sempre fazendo perguntas.De um planeta pequenino,viajando pelas estrelas em uma jornada,faz pedidos pra objetivos sem a logica concreta
A figura é chamativa em tudo,aparência,origem e atos,te atraia e fascina só de existir.Ele existe e funciona além do que conhecemos,mas comprovadamente dá certo,só esta além de nosso entendimento
Temos na obra a figura do homem mundano de saco cheio dos limites e a do que esta além.Todos a temos,não apenas o sobrenatural/fantástico,mas do mero contato com ensinos com mais do que podemos compreender de cara
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