terça-feira, 10 de março de 2026

Critica do filme 90 minutos no paraíso

Critica é a palavra do post de hoje.Eu não costumo fazer criticas negativas,mas eu não gostei do filme

A parte do fenômeno mal teve 2 minutos no começo filme,sendo quase todo visto do ponto vista material com povo olhando o carro destruído,o pouco aqui eram cenas vagas de pessoas embaçadas e cenários

.Só teve um tanto mais de profundidade no fim do filme

Mas o problema da descrição que o cara dá é que ele fala muito das pessoas viu ali,dedicava um tempo pra contar suas historias e tal,só que não diz muito do paraíso em si.Ele fala que teve sensação boa,que a vida continua e que lá é bom,mas não é novidade


Foi um filme bem fraco.Mesmo quando foi feito,2015,não era exatamente novidade a saída do corpo e visões em situação de quase morte.Já se tinham pesquisas serias e documentários sobre visões e sensações nesses casos,bem como filmes inteiros sobre o assunto

O pior é como a saída do corpo fez o protagonista ficar desesperado por ver ambiente bom pra voltar pra corpo estropiado logo depois


Eu notei uma coisa.Não foi apenas a dor que deixou o cara deprimido e rabugento.O protagonista era um pastor,um homem que pregava pras pessoas sofrendo,mas ficou com um corpo ferido e doente pra mostrar a cutucar seu orgulho

Claro que temos de considerar o medo de pesar clinicamente pra dificuldade e custo nos cuidados,sendo que a família teve muitos problemas pra pagar essas contas.Entretanto,isso não muda o fato que ele não tinha mais amor a vida a ponto de desejar morrer

Entre carinho e bronca engoliu orgulho e seguiu em frente como pessoa melhor a aprender a lição


Ainda tinha algo que não contou,o titulo e enredo principal do filme.Ele tinha tanto medo de ser julgado e por ser assunto muito pessoal,que demorou meio ano pra se abrir sobre sua experiencia

Se abrir ajudou a se conectar esposa,ajudou com muita gente que o ouvia e ate descobrir mais sobre o acidente.Contando pro amigo,o mesmo que estava rezando com ele no carro amassado,fica sabendo que quem segurou a mão dele naquele caos não era físico/encarnado,de que a pessoa que viu não era o amigo cantando hinos religiosos

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