Estou agora no fim dos posts sobre Gandhi.Gostaria de agradecer a Wikipedia,mas principalmente ao canal de youtube"nova acrópole" de onde a maior parte disso veio.Posso ter passado muito minha opinião e refraseado,mas a fonte são eles.Uma das razões para ter passado pro blog foi dividir um conteúdo longo em pequenas partes para ser mais fácil de pegar,a outra foi pra divulgar o canal
Gandhi encontra seu fim de vida nas mãos de um fanatico indiano em 30 de janeiro de 1948,sem ter deixado seus deveres de ser um exemplo
“Futuras
gerações dificilmente acreditarão que tenha passado sobre a terra, em carne e
osso, um homem como Gandhi.”
Albert Einstein
Abaixo, Rohden,no seu livro "Mahtma Gandhi"narra a passagem desse
homicídio que deixou milhares e milhares de pessoas com os olhos marejados e o
coração já saudoso da sabedoria de Gandhi:
“Na tarde de 30 de janeiro de 1948,
pouco depois das 5 horas, dirigia-se Gandhi novamente ao lugar da oração,
apoiado por dois de seus devotos, porque a extrema debilidade não lhe permitia
andar sozinho.
O chefe de polícia, receando novo
atentado, seguia ao lado de Gandhi, levando na mão uma pasta fechada. Gandhi
perguntou-lhe o que levava nessa pasta, e, não tendo resposta, observou com tristeza: “Já sei… uma arma de fogo para me defender… Enquanto uns ainda devem
matar para defender os outros, eu não cumpri ainda a minha missão. Morram
milhares como eu, mas triunfe a verdade Verdade!”
Foram essas as últimas palavras de
Gandhi antes do atentado.
Nathuram Godse, com a mão direita no bolso, segurava um revólver. Gandhi
saudou-o, à maneira hindu, juntando as palmas das mãos à altura do peito e
inclinando a cabeça em gesto de fraternidade, dizendo “namasté”. Godse
correspondeu rapidamente à saudação simbólica, porque, como
mais tarde confessou perante o tribunal, sentia a maior admiração por Gandhi,
mas o seu patriotismo o obrigava a matar o inimigo número um da Índia. Depois
da saudação, sacou o revólver e desfechou diversos tiros contra Gandhi.
Este tombou imediatamente, murmurando
“Rama! Rama!.. Um amigo inclinou-se sobre o agonizante e o pedido formulado com
voz débil que não castigassem o autor da morte.
E expirou.”