É segunda poética.Novamente,irei ter mais poemas de um mesmo espirito em semanas diferentes
Aos crentes
(ALPHONSUS DE GUIMARÃENS)
Ó crentes de uma outra vida,
Que andais no mundo exilados,
Nos caminhos enevoados,
Lendo o missal da amargura!
Esperai a sepultura,
Ó crentes de uma outra vida! ...
Tangei harpas de esperança,
Nas lutas de vossa esfera,
Porque a Morte é a primavera
Luminosa, eterna e imensa...
Filhos da paz e da crença
Tangei harpas de esperança!...
Percebam como ele fala com os vivos.Os simbolismos na poesia são muito ligados ao pós vida tradicional,de túmulos e harpas,mas são apenas pra falar com um publico especifico
A comparação maior esta em estabelecer que tem pessoas que agem como o que já se viu sobre o umbral no filme "Nosso Lar" e os que vivem como se fossem viventes do paraíso católico sem nem mesmo bancarem os santinhos ou beatos forçados.Mostrar 2 padrões mentais,o primeiro a ser combatido e o segundo desenvolvido
Esse poema me parece bem menos sobre morte física e sobre viver a vida

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