sábado, 22 de agosto de 2026

Analise de obra: o pequeno príncipe: parte 16

No vigésimo quarto capitulo o flashback para e voltamos ao aviador que ouve as historias


Aqui temos algum contraste com o antes das historias começarem.O aviador ouve com sede,cansado e ate com febre de morte pela desidratação,mas não para uma conversa sobre poços d'agua.Antes o risco o teria feito apenas perder a cabeça

A historia não para com mortes,apenas em citar que amigos fazem a vida valer a pena enquanto partem em busca de um poço no meio do deserto.As estrelas no céu eram belas por uma flor em meio a elas e o deserto belo por um poço escondido nele,uma beleza por conta de algo invisível

O aviador lembra de contos sobre casas com tesouros que ouvia na infância pra mais esse paralelo.Carregou o Pequeno Príncipe adormecido durante a busca pelo poço a se perceber que ele pensava na sua flor ate dormindo,da luz que o guiava


Aqui temos o desenvolvimento de um dos personagens principais da obra.O aviador começa a valorizar as coisas que costumam ficar só no discurso,acima ate da própria vida e das convenções mundanas

A boa influencia da entidade se fez acima de uma vida de convivência com pessoas que não eram capazes de oferecerem o que procurava.Isso não é algo que costuma ser o bastante,pois a maioria não é capaz de compreender,tirar proveito da chance e nem de aceitar o sublime

Pode-se trazer Jesus ao caso,de como ele andava com 12 e mais um povo periódico,mas era frequentemente mal compreendido,com muitas passagens de discussão sobre o que quis dizer e um ate entregando o Mestre achando que ia fazer milagre inegável que lhe daria o trono

Um guru,por si só,não rende evolução,apenas sendo uma ilusão de avanço rápido e fácil.O que podemos fazer é seguir em frente com cada passo pesando pela relutância e dificuldade de desconstrução

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